15 de março de 2013 0 comentários

O Cristão Ateu


"Eles afirmam que conhecem a Deus, mas por seus atos o negam; são detestáveis, desobedientes e desqualificados para qualquer boa obra."
(Tito 1:16 NVI)

No início do ano realizamos em nossa Igreja uma série de mensagens sobre o Cristão Ateu. Ao todo foram 12 mensagens que provocaram uma revolução na vida de muitos irmãos. 

É possível um cristão ser ateu? Pode gerar certa estranheza este questionamento, mas a resposta a esta pergunta é um fatídico sim! Será então uma espécie em extinção? Infelizmente não. Encontramos cristãos ateus em todo lugar...na Igreja, na escola, nas ruas da cidade, nos ônibus. Eles estão por todo canto, inclusive no espelho!

O cristão ateu, afirma sua crença em Deus mas vive como se Ele não existisse. Ele somente crê, acredita em Deus mas não considera a existência de Deus como algo real ou digno de um relacionamento pessoal. Exatamente, Deus deseja desenvolver conosco um relacionamento pessoal! Como você conhece a Deus? Por lembranças? Por alguma experiência que alguém te contou? Ou você o conhece intimamente?!

Sabe, meus irmãos. Em muitas áreas da nossa vida temos vivido como cristãos ateus. Acreditamos em Deus, às vezes até pregamos a outros, mas vivemos como se Ele não existisse! Deus não deseja que tão somente creiamos n'Ele, até o diabo e seus demônios crêem em Deus. O Senhor deseja desenvolver um relacionamento conosco. Algo intenso, dinâmico e real! Muitos crentes acham impossível relacionar-se com Deus, e acabam mantendo uma vida cristã morna, pois se relacionam com a religião e não com Deus!

O relacionamento com a religião foi justamente o que levou os fariseus e religiosos do tempo de Jesus a julga-lo como herege e blasfemo. A religião cega, endurece o coração. Jesus não nos chamou para servir uma religião! Jesus nos chamou para estarmos junto d'Ele e Ele deseja que o conheçamos como de fato Ele é. Conheça Jesus! A experiência na vida diária ao lado d'Ele é o que faz a diferença na vida de um verdadeiro cristão.

Não seja um cristão ateu!
Conheça Jesus e prossiga em conhece-lo.

Deus abençoe a sua vida!

N'Ele, que nos chama a uma vida de intimidade,

Pr. Ciro Freitas 
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Papa Francisco: argentino Jorge Bergoglio já se ajoelhou para receber oração de Pastor e tenta aproximar as igrejas católica e evangélica

Papa Francisco I: argentino Jorge Bergoglio já se ajoelhou para receber oração de Pastor e tenta aproximar as igrejas católica e evangélica
O cardeal Jorge Mario Bergoglio, 76 anos, foi escolhido como o novo papa da Igreja Católica, na quarta votação do conclave realizado para substituir o agora papa emérito, Bento XVI.
Bergoglio, que é argentino de ascendência italiana, e escolheu o nome de papa Francisco I, e se pronunciou na Praça de São Pedro logo após o anúncio de sua escolha, pedindo que os fiéis orassem por ele, em silêncio.
Sua espontaneidade na cerimônia quebrou alguns protocolos pré-definidos pelo Vaticano, e comentou, em tom bem humorado: “Meus colegas cardeais foram buscar o novo papa lá no fim do novo mundo”.
Em sua história, Bergoglio possui fatos inusitados. De acordo com o Wikipedia, foi o segundo cardeal mais votado no conclave que elegeu Joseph Ratzinger como papa em 2005.
Jorge Mario Bergoglio recebe oração de evangelicos
Jorge Mario Bergoglio recebe oração de evangelicos
Em 2006, o jornal argentino La Nacion noticiou sobre um evento com a presença de evangélicos pentecostais e católicos carismáticos, em que o então cardeal Bergoglio participou e recebeu oração de um pastor.
O texto da notícia diz que “o momento mais emocionante foi a recepção dada ao cardeal Jorge Bergoglio, que liderou uma breve saudação e perguntou, como de costume, se poderiam orar por ele. Os pastores o levaram a sério, e o cardeal se ajoelhou e pediu a todos os presentes que orassem para que ‘uma das vozes proféticas da Nação’ tivesse abundância de sabedoria”.
Antes do evento, que reuniu sete mil católicos e evangélicos e contou com uma ministração do cantor gospel mexicano Marcos Witt, Bergoglio dizia que começava a ver uma “diversidade reconciliada” entre católicos e evangélicos.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+
14 de março de 2013 0 comentários

"O Papa Francisco, chamado a restaurar a Igreja" por Leonardo Boff

Nas redes sociais havia anunciado que o futuro Papa iria se chamar Francisco. E não me enganei. Por que Francisco? Porque São Francisco começou sua conversão ao ouvir o Crucifixo da capelinha de São Damião lhe dizer:”Francisco, vai e restaura a minha casa; olhe que ela está em ruinas”(S.Boaventura, Legenda Maior II,1).
Francisco tomou ao pé da letra estas palavras e reconstruíu a igrejinha da Porciúncula que existe ainda em Assis dentro de uma imensa catedral. Depois entendeu que se tratava de algo espiritual: restaurar a “Igreja que Cristo resgatara com seu sangue”(op.cit). Foi então que começou seu movimento de renovação da Igreja que era presidida pelo Papa mais poderoso da história, Inocêncio III. Começou morando com os hansenianos e de braço com um deles ia pelos caminhos pregando o evangelho em língua popular e não em latim.
É bom que se saiba que Francisco nunca foi padre mas apenas leigo. Só no final da vida, quando os Papas proibiram que os leigos pregassem, aceitou ser diácono à condição de não receber nenhuma remuneração pelo cargo.
Por que o Card. Jorge Mario Bergoglio escolheu o nome de Francisco? A meu ver foi exatamente porque se deu conta de que a Igreja, está em ruinas pela desmoralização dos vários escândalos  que atingiram o que ela tinha de mais precioso: a moralidade e a credibilidade.
Francisco não é um nome. É um projeto de Igreja, pobre, simples, evangélica e destituída de todo o poder. É uma Igreja que anda pelos caminhos, junto com os últimos; que cria as primeiras comunidades de irmãos que rezam o breviário debaixo de árvores junto com os passarinhos. É uma Igreja ecológica que chama a todos os seres com a doce palavra de “irmãos e irmãs”. Francisco se mostrou obediente à Igreja dos Papas e, ao mesmo tempo, seguiu seu próprio caminho com o evangelho da pobreza na mão. Escreveu o então teólogo Joseph Ratzinger: ”O não de Francisco àquele tipo de Igreja não poderia ser mais radical, é o que chamaríamos de protesto profético”(em Zeit Jesu, Herder 1970, 269). Ele não fala, simplesmente inaugura o novo.
Creio que o Papa Francisco tem em mente uma Igreja assim, fora dos palácios e dos símbolos do poder. Mostrou-o ao aparecer em público. Normalmente os Papas e Ratizinger principalmente punham sobre os ombros a mozeta aquela capinha, cheia de brocados e ouro que só os imperadores podiam usar. O Papa Francisco veio simplesmente vestido de branco e com a cruz de bispo. Três pontos são de ressaltar em sua fala e são de grande significação simbólica.
O primeiro: disse que quer “presidir na caridade”. Isso desde a Reforma e nos melhores teólogos do ecumenismo era cobrado. O Papa não deve presidir com como um monarca absoluto, revestido de poder sagrado como o prevê o direito canônico. Segundo Jesus, deve presidir no amor e fortalecer a fé dos irmãos e irmãs.
O segundo: deu centralidade ao Povo de Deus, tão realçada pelo Vaticano II e posta de lado pelos dois Papas anteriores em favor da Hierarquia. O Papa Francisco, humildemente, pede que o Povo de Deus reze por ele e o abençoe. Somente depois, ele abençoará o Povo de Deus. Isto significa: ele está ai para servir e não par ser servido. Pede que o ajudem a construir um caminho juntos. E clama por fraternidade para toda a humanidade onde os seres humanos não se reconhecem como irmãos e irmãs mas reféns dos mecanismos da economia.
Por fim, evitou toda a espetacularização da figura do Papa. Não estendeu os braços para saudar o povo. Ficou parado, imóvel, sério e sóbrio, diria, quase assustado. Apenas se via a figura branca que olhava com carinho para a multidão. Mas irradiava paz e confiança. Usou de humor falando sem uma retórica oficialista. Como um pastor fala aos seus fiéis.
Cabe por último ressaltar que é um Papa que vem do Grande Sul, onde estão os pobres da Terra e onde vivem 60% dos católicos. Com sua experiência de pastor, com uma nova visão das coisas, a partir de baixo, poderá reformar a Cúria, descentralizar a administração e conferir um rosto novo e crível à Igreja.
Leonardo Boff é autor de São Francisco de Assis: ternura e vigor, Vozes 1999.
11 de fevereiro de 2013 0 comentários

A Renúncia do Infalível

 
A Igreja Católica Apostólica Romana amanhece triste nesta segunda-feira (11/02). O motivo: o pronunciamento do papa Bento XVI anunciando sua renúncia (que ocorrerá no dia 28 de Fevereiro). Muitos acreditam na "infalibilidade papal" e professam que o papa (substituto do Apóstolo Pedro, segundo os católicos), ainda sendo homem, é infalível e santo.

Em toda a história, a última ocasião em que um papa renunciou data de 1415, onde o Papa Gregório XII anunciou a saída do cargo para encerrar uma disputa com um candidato rival à Santa Sé.

Joseph Ratzinger, o papa Bento XVI, conhecido por sua rigidez moral enfrentou grandes embates nestes 8 anos de pontificado. Ao assumir, em 2005, tinha a difícil missão de substituir o carismático papa João Paulo II. Entretanto, as crises desgastam até mesmo o "infalível".

Segundo o site de notícias G1: "O papado do conservador alemão foi marcado por algumas crises, com várias denúncias de abuso sexual de crianças e adolescentes e acobertamento por parte do clero católico em vários países, que abalou a igreja, por um discurso que desagradou muçulmanos e também por um escândalo envolvendo o vazamento de documentos privados através de seu mordomo pessoal, o chamado "VatiLeaks", que revelou os bastidores da luta interna pelo poder na Santa Sé. Os escândalos de pedofilia o levaram, em várias ocasiões, a expressar um perdão público às vítimas desses crimes e a reconhecer, durante sua viagem a Portugal, em maio de 2010, que a maior perseguição que sofria a Igreja não vinha de seus "inimigos externos" e sim de seus "próprios pecados". Na ocasião, ele prometeu que os culpados responderiam "ante Deus e a justiça ordinária" pelos crimes."

O anúncio da renuncia para alguns é considerado um ato de coragem, para outros uma declaração expressa de covardia. Os que acreditam ser um ato corajoso, consideram o fato de que um homem com 85 anos, cansado e abatido pelas dificuldades enfrentadas como bispo de Roma nestes últimos anos, deseja descansar e diminuir o seu ritmo de vida. Já os que crêem ser um ato covarde, se frustram por verem um de seus princípios caírem ao chão: "a infalibilidade papal".

Enfim, o papa é homem! Que se cansa, erra, acerta, e "pendura a chuteira".
A ideia de trata-lo como infalível e santo homem é pagã e não condiz com as Escrituras Sagradas. Infalível só existe um: JESUS CRISTO. O próprio Pedro falhou e muito, conforme vemos nos Evangelhos.

Com a renúncia do papa, vejo que um novo momento surgir para a Igreja Católica. Ainda que seja escolhido um papa bem jovem, o risco é grande do mesmo ocorrer...pois "o infalível" também "pede pra sair".
9 de fevereiro de 2013 0 comentários

Desigrejados


O termo pode parecer estranho para os irmãos, mas atualmente tem-se falado muito neste novo núcleo de cristãos que tem surgido. Quem são eles? Aqueles que pregam e vivem o: “Deus sim, Igreja não.” Alguns se consideram decepcionados com a Igreja, e acreditam que a religião endureceu o coração dos crentes e que não faz sentido congregar.

O salmista diz: “Melhor é um dia nos teus átrios do que mil noutro lugar; prefiro ficar à porta da casa do meu Deus a habitar nas tendas dos ímpios.” (Salmos 84:10). A palavra congregar significa: “agregar, juntar, unir”. E nos ajuntamos na congregação (Igreja). Estar congregado é privilégio nosso. Você já parou pra pensar na grande quantidade de cristãos espalhados pelo mundo que não tem condições de congregar? Nos países do Oriente Médio, por exemplo, a possibilidade de ataques às Igrejas leva os irmãos a cultuar escondidos, temerosos, alguns chegam a realizar seus cultos durante as madrugadas no deserto.

Observe bem o que diz o salmista: “Melhor é um dia nos teus átrios do que mil noutro lugar”. Estar congregado com este sentimento nos faz sair da arquibancada e ir para o campo. Deixa-me explicar melhor. Quando nos assentamos na arquibancada de um estádio de futebol, por exemplo, é claro que vamos assistir a partida e criticar cada jogada errada, entretanto quando experimentamos o “estar no campo” percebemos que o jogo não é tão fácil como parece. É exatamente assim na Igreja. Existem muitos desigrejados dentro da Igreja. Irmãos que estão na arquibancada, vendo a obra do Senhor acontecer e criticando...enquanto outros estão no campo, suando, para obter um bom resultado.

A pergunta é: onde você está? Na arquibancada ou no campo?

Nestes dias de carnaval vemos muitos daqueles que se dizem crentes, desfrutando de tudo que o mundo tem a oferecer. A realidade da declaração do salmista, ainda não penetrou fundo em seus corações. Meu irmão, o dia que esta Palavra for vivenciada por nós não seremos mais os mesmos. Estar na casa do Senhor nos dará prazer, e não mais iremos por pura obrigação.

O salmista é tão intenso em suas declarações que logo no início do texto ele diz que o pardal encontrou sua casa, a andorinha encontrou seu ninho, e ele encontrou os altares de Deus. Ou seja, encontrou sua casa. O Fernandinho canta uma canção onde ele diz: “Eu ando pelo mundo, mas tua casa é meu lar”. Que seja assim conosco!

Melhor são 4 minutos em sua casa, do que 4 dias desfrutando dos prazeres deste mundo!

Deus abençoe sua vida!

5 de fevereiro de 2013 10 comentários

Opinião - Malafaia x Gabi


A entrevista de ontem (domingo - 03/02/2013)  me deixou bastante irado. A questão não é se o evangelho está sendo pregado ou não em rede nacional, mas qual evangelho é esse! A palavra "evangelho" significa literalmente "boa mensagem". Sinceramente, não vi e nem ouvi a boa mensagem sendo anunciada ontem durante o embate entre o pastor Silas e a entrevistadora Marília Gabriela. É claro, que a produção do programa convidou o Malafaia porque sabia o que isso iria gerar. Mas discordo da FORMA como ele se colocou diante da Gabi. Grosseiro e sem educação. Não é assim que a boa mensagem deve ser anunciada.  E idéias brigam, não as pessoas.

A teologia do Malafaia nem precisamos comentar. É falha, vetero-testamentaria e focada na prosperidade e em benefícios pessoais. Acho graça como alguns colegas ainda separam o Silas Malafaia do Valdomiro e dos outros milionários expostos pela revista americana Forbes.

Quanto a questão homossexual, discordo da FORMA como ele faz...onde está a graça de Deus, meus irmãos? Sabemos o que a Bíblia diz sobre a homossexualidade, mas não agimos da mesma forma quando tratamos com os adúlteros, por exemplo. Também sabemos o que a Bíblia fala sobre o adultério, mas não recriminamos, agimos com naturalidade, como se para o homem fosse natural ter mais de uma parceira! Não é! Assim como não é natural um homem relacionar-se com um outro homem. Onde está a diferença?!

São pecados sexuais e precisam ser tratamos por nós da forma como são, e não de uma forma equivocada e preconceituosa.

Preguemos a Palavra, meus irmãos! Sem colocar panos quentes sobre as verdades do EVANGELHO DE DEUS, da boa mensagem de Cristo!

Deus tenha misericórdia de nós e nos ajude.


*Texto publicado originalmente no Blog do Pr. Neemias Lima
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Missão Integral, Missão da Igreja



Em certo aspecto pode parecer modismo falar de "missão integral" no contexto da Igreja brasileira. Seria bom se fosse, mas infelizmente a realidade é outra, e faz-se necessário a reverberação desta boa doutrina entre os cantos deste Brasil. Segundo René Padilla, em seu livro "O que é missão integral?": "A missão integral é o meio designado por Deus para cumprir na história, por meio da igreja e no poder do Espírito, seu propósito de amor e justiça revelado em Jesus Cristo." Em todo tempo, Jesus viveu e praticou o que chamamos "missão integral". Sua vida como um todo estava envolvida e engajada no cumprimento de sua missão, na missão que o Pai lhe deu.

A realidade brasileira é outra, infelizmente. A cada dia que passa, cresce assustadoramente a propagação de falsas doutrinas no meio da Igreja. Uma igreja com "i" minúsculo, pois seu dono é homem, e não o Filho do Homem, a saber, Jesus Cristo. Com todo este fermento, a massa levedada, caminha a passos largos para um viver cristão contrário as Escrituras Sagradas. É troca com Deus aqui, promessas (que Deus não fez) ali, uma verdadeira babilônia! Muito se fala sobre Deus, mas poucos conhecem este Deus.

Assim, a quantidade de pessoas decepcionadas com a igreja e com Deus também cresce. Pessoas que tiveram uma experiência traumática com a igreja e com pseudo-pastores. Encheram seus corações de expectativas, esperaram Deus realizar algo (que o homem disse, mas Ele não havia dito) e no final das contas, nada aconteceu e Deus é quem "paga a conta". Essa gente, é uma gente sofrida, com o coração dolorido e machucado pela irresponsabilidade e esperteza desses "destruidores" da fé.

Mas esta não é a Igreja que o Senhor Jesus virá buscar. A Igreja que é, como diz Apocalipse 19:7, a noiva do Cordeiro, vive sua missão e é uma Igreja com "i" maiúsculo pois pertence a Cristo e não a homens. Por pertencer a Ele, Sua Igreja vive de acordo com a Palavra e alimenta em Seu coração as expectativas do coração do Noivo (Jesus). Uma Igreja que conhece bem a sua missão, não fecha seus olhos para as necessidades daqueles que o cercam, ela abre o leque de possibilidades de manifestar o amor de Deus através da prática da missão.

 Engana-se quem vê a Igreja como uma construção. Igreja é gente que ama Jesus engajada na sociedade, vivendo pelo mundo e irradiando a luz do Evangelho através de sua vida. Segundo René Padilla, "Todo cristão é chamado a seguir a Jesus Cristo e a comprometer-se com a missão de Deus no mundo". Não são somente os pastores, missionários e músicos cristãos que são chamados, o Senhor chamou todos os cristãos para a missão. E qual é essa missão? O texto de Mateus 28:19-20 diz: " Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém."

Em primeiro lugar temos a missão de ir, de sair da zona de conforto. Em seguida, já no caminho, "fazei discípulos", espalhamos a boa semente aos corações e ensinamos através da vida (exemplo) aos que se juntarão a nos. Estes terão a sua fé consolidada e aprenderão através do discipulado bíblico, que é responsabilidade de todo cristão.

Missão integral é identificar-se com a missão da Igreja, e fazer dela sua missão. Não uma missão dentro das quatro paredes do templo, mas uma missão que envolve o homem todo e todo homem. Missão integral é ir além dos limites do templo e viver a experiência de "ser Igreja" em todo lugar e a toda hora, não somente nas reuniões dominicais. Missão integral é ser semelhança de Cristo, é identificar-se com Sua missão a ponto de fazer dela a sua missão. 

Esta é a missão pela qual a Igreja deve viver!
 
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